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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Desespero apequenou criatividade tucana?

Já está online a carta publicada hoje no "Painel do Leitor" da Folha de S.Paulo (página 3 do impresso) em que a dramaturga Consuelo de Castro expõe sua revolta contra o uso de meu nome e imagem feito pela oposição, de forma torpe e caluniosa, na propaganda eleitoral do candidato da oposição, José Serra (PSDB-DEM-PPS), na TV. Geralmente disponibilizo para os leitores aqui do blog linkando para o jornal, mas como, às vezes, o jornal disponibiliza o material apenas para assinantes, transcrevo abaixo a íntegra da carta da Consuelo de Castro:

"Será que o PSDB - um partido com tão longa folha de serviços prestados à democracia brasileira – precisa mesmo desse insert publicitário ridículo, em que José Dirceu é apresentado como uma espécie de Coringa - o vilão número 1 do Batman - que supostamente viria assombrar o país, em caso de vitória de Dilma Rousseff?

Será que não há nada mais para dizer a favor de si próprio além desse apelo de gibi? Os marqueteiros que criaram peça tão infame e risível conhecem, de fato, a história do partido que estão defendendo? Ou a imaginação se apequenou na medida em que o desespero cresceu? 


Consuelo de Castro, dramaturga"
Fonte: http://www.zedirceu.com.br

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Dilma abre vantagem e já lidera em SP, RS e PR


Liderança em SP e RS

Uma das grandes novidades foi a virada de Dilma em redutos eleitorais da oposição, como os estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. "Em São Paulo, Estado governado por Serra até abril e por tucanos há 16 anos, Dilma saiu de 34% na semana passada e está com 41% agora. O ex-governador caiu de 41% para 36%. Na capital paulista, governada por Gilberto Kassab (DEM), aliado de Serra, ela tem 41% e ele, 35%", diz reportagem da Folha de S. Paulo.

Mercadante_marta_dilma
As constantes visitas aos gaúchos também renderam bons resultados a Dilma. Enquanto ela subiu de 35% para 43% no Rio Grande do Sul, o tucano José Serra caiu de 43% para 39%. "Quando se observam regiões do país, a candidata do PT lidera em todas, inclusive no Sul. Na semana passada, ela estava tecnicamente empatada com Serra, mas numericamente atrás: tinha 38% contra 40% do tucano", afirma a Folha de S. Paulo.


Rejeição aos tucanos
O cenário para um eventual segundo turno é de uma vantagem cada vez mais folgada de Dilma, de 19 pontos percentuais. Segundo o Datafolha, a candidata passou de 53% para 55%. Na contramão, Serra baixou de 39% para 36%.
Também positivo é o resultado na pesquisa espontânea. "Quando os eleitores não escolhem os nomes de uma lista de candidatos, Dilma foi a 35% contra 18% de Serra. No levantamento anterior, os percentuais eram 31% e 17%, respectivamente", afirma a Folha de S. Paulo.
Outro dado que mostra a consolidação da tendência favorável a Dilma é a taxa de rejeição do candidato do PSDB. Se a candidata é rejeitada por 19% dos eleitores, Serra tem 29%, acima dos 27% medidos na semana passada.
Pesquisa do Datafolha divulgada hoje mostra uma ampliação da vantagem de Dilma Rousseff e uma consolidação de cenário de uma vitória já no primeiro turno. Em relação ao levantamento do último dia 20, a candidata abriu 20 pontos percentuais de frente e passou de 47% para 49% das intenções de voto. José Serra (PSDB) caiu de 30% para 29%, e Marina Silva (PV) ficou estável em 9%.
Contando os votos válidos, Dilma tem 55% dos votos e venceria a eleição no dia 3 de outubro. Os eleitores que ainda não sabem em quem votar ou não responderam permanecem em 8%, e os votos brancos e nulos, em 4%. Encomendada pelo jornal Folha de S. Paulo e pela Rede Globo, a pesquisa tem margem de erro dois 2 pontos percentuais e foi feita nos dias 23 e 24 com 10.948 entrevistas em todo o país.
A pesquisa está registrada no TSE sob o número 25.473/2010.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Ibope: Dilma tem 51% dos votos válidos e venceria no 1º turno

Extraído da Carta Capital

17 de agosto de 2010 às 9:55h


A candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, lidera a corrida presidencial com 43% das intenções de voto, contra 32% do candidato do PSDB, José Serra, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (16) pelo Jornal Nacional. A candidata do PV ao Palácio do Planalto, Marina Silva, registra 8%. A margem de erro de é dois pontos percentuais.
Dos demais candidatos, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU), nenhum alcançou 1% das intenções de voto.
Segundo o levantamento, os votos brancos e nulos somam 7%. Enquanto 9% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
De acordo com o Ibope, considerando-se apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos, Dilma tem hoje 51% das intenções de voto, enquanto Serra tem 38%, Marina tem 10% e os outros candidatos somam 1%. Neste cenário, se as eleições fossem hoje, Dilma poderia ser eleita no primeiro turno.
Segundo turno – O Ibope também fez uma simulação de um segundo turno entre Dilma e Serra, a petista aparece com 48% e o tucano com 37%.
Encomendada pela Rede Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo, a pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 16 de agosto, com 2.506 entrevistados de 174 municípios e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 11 de agosto de 2010, sob o número 23548/2010.
Na pesquisa anterior, divulgada no dia 6 de agosto, Dilma liderava com 39% das intenções de voto, contra 34% do candidato do PSDB. A candidata do PV ao Palácio do Planalto, Marina Silva, registrava 8%.
Na última sexta-feira (13), o Datafolha também divulgou resultados de uma pesquisa presidencial mostrando Dilma com 41%, Serra com 33% e Marina Silva com 10%. (Leia mais aqui)
Segundo o blogueiro Ricardo Noblat, pesquisa do Vox Populi, a ser divulgada amanhã pela Rede Bandeirantes de Televisão e o portal IG, conferirá a Dilma uma vantagem de 13 a 14 pontos percentuais.
O levantamento também mostrou como os eleitores avaliam o governo Lula. Para 78%, o governo é ótimo ou bom; para 18%, regular; para 4%, ruim ou péssimo.
Para consultoria Arko Advice, TV não muda favoritismo
Nesta terça-feira (17), começa a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Às terças-feiras, quintas e sábados serão veiculados os programas dos candidatos à Presidência e à Câmara dos Deputados e às segundas, quartas e sextas-feiras, a exibição será aos concorrentes na disputa pelos governos estaduais, do Distrito Federal, ao Senado, e às assembleias legislativas e do DF.
Para a empresa de consultoria política Arko Advice, o histórico das últimas eleições mostram que TV e rádio não mudam favoritismo de candidatos. A tendência é ser eleito quem entra em agosto na frente nas pesquisas. “Analisando as quatro eleições presidenciais anteriores (1994, 1998, 2002 e 2006), mesmo considerando as peculiaridades inerentes a cada uma, constata-se que depender apenas da campanha no rádio e na TV não é suficiente para a vitória”, diz nota da empresa.
Em agosto de 1994, segundo o Ibope (17 a 22), FHC tinha 40% de intenções de voto para presidente. Lula tinha 25%. Pelo Datafolha (16 a 18), FHC tinha 41% e Lula, 24%. Ao final de setembro e início de outubro, o Ibope registrava que FHC estava com 46% e Lula com 22%. O Datafolha mostrava FHC com 48% e Lula com 22%.
Brizola, Orestes Quércia e Esperidião Amin também variaram muito pouco. Tinham, em agosto, 5%, 5% e 2%, respectivamente, de acordo com o Datafolha. Chegaram em setembro com 4%, 5% e 2%, respectivamente.
Ou seja, a propaganda eleitoral acabou favorecendo quem já estava na frente.
Em agosto de 1998, pesquisa do Ibope (14 a 18) trazia FHC com 44% das intenções de voto, contra 21% de Lula. Pelo Datafolha (12 a 14), FHC tinha 42% e Lula, 26%. No final de setembro, FHC atingiu 47% e Lula, 24%, conforme o Ibope (24 a 27). O Datafolha de 2 de outubro registrou FHC com 49% e Lula com 26%. Ciro, segundo o Ibope, começou com 5% em agosto e terminou com 9% em setembro.
Em 2002, houve uma mudança radical. Mas entre o segundo e o terceiro colocados. Lula, que segundo o Ibope (17 a 19 de agosto) contava com 35%, terminou com 43% (28 a 30 de setembro). Ciro Gomes tinha 26% e terminou com 11%, e Serra, de 11% originais, subiu para 19%.
Por fim, em agosto de 2006, Lula aparecia no Ibope (15 a 17) com 47% das intenções de voto contra 21% de Geraldo Alckmin (PSDB). No Datafolha (7 e 8 de agosto), Lula tinha 47% e Alckmin, 24%. No primeiro turno, Lula teve 48,61% dos votos válidos e Alckmin, 41,64%. No segundo turno, Lula foi reeleito com 60,83% dos votos válidos.
Em 2010, Dilma Rousseff (PT) conseguiu seu principal objetivo. Começar a campanha no rádio e na TV na frente de José Serra (PSDB). Pela média das pesquisas, tem hoje 40,53% das intenções de voto contra 32,86% de José Serra.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Dilma mostra confiança, conhecimento e sinceridade

Mesmo com um certo nervosismo aparente nos 2 primeiros blocos, a candidata do PT Dilma Rousseff, mostrou confiança, conhecimento e sinceridade. No debate entre os candidatos na Rede Bandeirantes, na noite desta quinta-feira (5/8), Dilma respondeu com elegância e profundidade às perguntas dos adversários e dos jornalistas da Band, mostrando que conhece a realidade do país e é a mais preparada para fazer o Brasil continuar avançando.
A candidata da Coligação Para o Brasil Seguir Mudando mostrou que sabe o que os brasileiros querem nestas eleições: garantir e aprofundar as conquistas obtidas no governo do presidente Lula. “O que me move não é um projeto pessoal. Mas a realização dos sonhos de milhões de brasileiros”, afirmou.
Dilma se emocionou ao falar sobre os sete anos e meio de trabalho, coordenando a equipe de ministros do governo Lula. “Conviver com a generosidade e a inteligência política do presidente Lula me deu uma experiência única e foi também a realização dos sonhos de muitas gerações.”
Visão diferente
Dilma mostrou as diferenças entre o projeto de desenvolvimento com distribuição de renda e fortalecimento do Estado e da nação perante o mundo, implantado pelo governo Lula, e os projetos dos adversários. Ela foi a candidata que mais respondeu a perguntas e em nenhum momento deixou indagações sem explicações.
A candidata petista esclareceu que há uma visão completamente diferente entre ela e o candidato tucano em relação à saúde, por exemplo. Enquanto José Serra aposta em medidas paliativas e emergenciais, como os mutirões para resolver problemas de saúde, Dilma afirmou que é preciso fortalecer o SUS e suas estruturas permanentes.
No confronto direto com Dilma, o candidato da oposição, José Serra, demonstrou falta de conhecimento sobre programas fundamentais para a melhoria da vida do povo brasileiro, como o Luz Para Todos. Dilma teve de explicar a Serra que este programa do governo Lula levou energia elétrica a 2 milhões de famílias na zona rural do país.
Oito anos depois de perder a eleição para Lula, Serra mostrou que ainda não compreendeu a importância da indústria naval para o desenvolvimento do país. Ele desconsiderou um setor industrial importante, que havia desaparecido no governo do PSDB e agora garante o emprego de  45 mil trabalhadores nos estaleiros. Serra não soube dizer como fará para garantir um crescimento econômico que criou mais de 14 milhões de empregos com carteira assinada.


Análise de Vinicius Wu
Debate entre candidatos não é tourada. Não cai um boi morto no chão ao final. É sempre difícil avaliar o resultado de um debate. Cada lado sai em defesa de seu candidato e a repercussão na mídia é disputada nos dias posteriores. Mas há sim uma questão relevante a ser considerada. Trata-se do papel que o debate ocupa na estratégia de um determinado candidato. Serra apostou, sim, nos debates na TV. Era sua “cartada” decisiva contra uma candidata “inexperiente”. Se considerarmos este fato, podemos sim afirmar que Serra foi quem mais perdeu com o debate.

Como se insere na estratégia de Dilma os debates na TV? Bem, não é preciso muito esforço para percebermos que os debates não estão no centro de sua estratégia. Explorar o sucesso dos dois governos Lula, ressaltar o papel que Dilma desempenhou na gestão das principais políticas de governo etc. tem um peso muito mais destacado no conceito de sua campanha, evidentemente. Para Dilma, bastava ir ao debate e “empatar” o jogo. Ainda mais agora, após a divulgação da pesquisa CNT/Sensus, onde a candidata aparece com dez pontos de vantagem sobre Serra.

Serra, pelo contrário, desde o início, apostou nos debates. Não sou eu quem está afirmando isto. Basta olharmos as dezenas de artigos dos colunistas simpáticos ao PSDB nos últimos meses. Basta revisitarmos as inúmeras declarações dos dirigentes da campanha tucana e do próprio serra. Criaram uma enorme expectativa em torno da esperança de verem Serra surrar Dilma nos debates. Definitivamente, não foi isto o que ocorreu.

Dilma estava nervosa? Bom, tirando o Plínio, todos estavam nervosos nos primeiros blocos. Dilma poderia ter se saído melhor? Certamente, até pela qualidade que possui. Mas a vitoria acachapante de Serra não veio e o problema é que ela estava no centro de sua estratégia.

E ainda tinha semifinal da Libertadores no meio do caminho…

O eleitorado brasileiro amadureceu o suficiente para não definir seu voto – e seu futuro – baseado em truques de debate ou produção de TV. Debates e programas de TV são importantes, certamente. Mas não parece que as próximas eleições serão decididas por nenhuma estratégia de marketing. O povo brasileiro vai julgar não apenas os últimos oito anos. Julgará os últimos dezesseis e lançará uma aposta para os próximos oito.

Serra errou muitas vezes até aqui em sua campanha. Errou novamente ao anunciar, antecipadamente, sua vitória “acachapante” nos debates da TV. Ao confiar tanto em sua performance e experiência em eleições, Serra abriu espaço para a frustração de seus correligionários diante do resultado do debate.

Não foi o debate propriamente o que definiu a derrota de Serra ontem. Foi a orientação estratégica de sua campanha, que criou tanta expectativa em torno de sua suposta “superioridade” nos debates.

Vídeos do debate podem ser conferidos aqui

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Consequências da vitória da Dilma no 1º. Turno - Por PHA

Na foto, o ex-diretor do Datafalha em sua nova atividade profissional

- A Dilma e o Lula desembarcam em São Paulo e o Mercadante ganha a eleição.

- O Serra derruba o Belluzzo e assume a presidência do Palmeiras.

- O PSDB de SP fecha, atolado em dívidas.

- O Daniel Dantas liga para o Palocci.

- O Fernando Henrique diz que a Dilma é “brilhante” e se oferece para ser Embaixador em Paris.

- Os filhos do Roberto Marinho mandam o Ali Kamel maneirar (por uns tempos).

- O Gilmar deixa a batina e entra para o escritório do Sergio Bermudes.

- O Otavinho renuncia e entra para o Tea Party (chiquérrimo, não ?).

- A Regina Duarte grava vídeo em que diz “Não tenho  mais medo”.

- O Aécio vai para o Rio se consolar da derrota do  amigo do peito.

- Vesgo, do Pânico, desiste de ser candidato a Presidente da República.

- Ex-diretor do Datafalha torna-se cartomante. 

- Serra foge para o Paraguai e dá calote nos marqueteiros.

Os amigos navegantes estão convidados a dar outras idéias.

Paulo Henrique Amorim

Clique aqui para ler “Eliane Catanhêde diz que está zero a zero: Sensus diz que Dilma está dez pontos à frente”.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Campanha na internet

O PT de POA fará mais um encontro com blogueiros nesta segunda-feira (2/8) às 18:30 na sede municipal (João Pessoa, 785).
Pauta: O enfrentamento ao PIG e estratégias da campanha Dilma, Tarso, Paim e Abgail na internet.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

PSDB de Serra e o cheiro do povo

Serra beija a própria mão ?!

Arte do Esquerdopata sobre post do LadoB

Saiu no Conversa Afiada

Serra volta a atacar jornalista. 
A técnica é a do ACM

Conversa Afiada reproduz trecho da coluna de Juremir Machado da Silva, no Correio do Povo, em Porto Alegre.




ANO 115 Nº 297 – PORTO ALEGRE, SÁBADO, 24 DE JULHO DE 2010


Serra ou motosserra?


Tive uma discussão com o candidato José Serra na Rádio Guaíba. É o meu destino. Sou um franco-atirador. Coleciono altercações. A casa estava cheia. O confronto ocorreu sob o olhar atento de Natal Furucho, presidente da Record-RS. Tudo começou quando qualifiquei o vice de Serra, Índio da Costa, de desconhecido e questionei as suas declarações vinculando o PT às Farc e ao narcotráfico. Serra ficou nervoso. Partiu para o ataque. Acusou-me de ter “comprado uma pauta do PT”. Sugeriu que eu tinha simpatias petistas.


Inverteu a ordem das coisas. Passou a me questionar: “Você sabe quem é o vice da Marina?”. Respondi, com alguma perplexidade, como sempre acontece quando me sinto absurdamente testado. “Bacana”!


Nossa discussão continuou no intervalo do programa. Serra foi mais incisivo: eu estaria reproduzindo a pauta “dos petralhas”. Rejeitei essa ideia surpreso com o uso de tal expressão por um homem fino. Disse-lhe que tinha feito a pergunta jornalística mais óbvia. Ele retrucou que ninguém lhe perguntava isso em outros estados. Foi a minha vez de reagir afirmando que, sendo assim, a imprensa dos outros lugares estava muito ruim ou muito tucana. Novamente no ar, repeti alguns desses termos para embasar a pergunta seguinte. Serra acusou-me de estar usando elementos da nossa conversa no intervalo. Tratei de acalmá-lo. Puxei assuntos mais amenos. Aos poucos, ele relaxou.


Descontraiu-se. Ao final, fora do ar, desculpou-se: “Você estava certo, peço desculpas”, disse-me. Uau! (*)


Clique aqui para ler “Manual para quem vai entrevistar Serra – cuidado, ele morde !”.

Paulo Henrique Amorim


(*) Serra usou aqui uma técnica carlista. O ACM também fazia isso. Agredia em público e, depois, reservadamente, pedia desculpas.